Seja o tipo de mulher que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o INIMIGO fala:
"Oh droga, ela acordou!"
ISSO É MUITO LEGAL, NÉ???
A vida é muito curta para acordar com arrependimentos.
Ame as pessoas que te tratam bem. Ignore as que te fazem mal (física, espiritual ou energeticamente...)
Acredite que tudo acontece por uma razão. O acaso relamente não existe.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos (e aproveite!).
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Beije devagar.
Perdoe rápido.
Deus nunca disse que a vida seria fácil, Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
Pense desta maneira:
"Eu sou tão forte quanto o chocolate que como, o shampoo que uso e as amigas que tenho!"
Para as maravilhosas mulheres que tocaram minha vida... Essa é pra vocês!
"Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados." (Mahatma Gandhi)
"Desejo que hoje experimentes paz dentro de ti, que confies que te encontras exatamente onde deves estar, que não te esqueças das possibilidades infinitas que nascem da confiança em ti mesma e em outras/outros que utilizes nos dons que recebeste, e que transmitas a outras/outros o amor que te foi dado. Desejo que estejas feliz contigo mesma pelo que és. Deixa esta sabedoria assentar-se em teus ossos e deixa que tua alma cante, baile e ame livremente. Está ai para cada uma de nós."
SEJA SEMPRE FELIZ!!!
Este blog traz um pouco de tudo o que se passa em meus pensamentos... Família, amigos, meio-ambiente, educação, sentimentos, letras de músicas, poemas, desabafos, enfim, pensamentos meus...
Palavras que não saem do meu pensamento...
"Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
quinta-feira, 25 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Conto de fadas ultramoderno
Era uma vez uma moça. Ela não sabia, mas era uma princesa. Então um dia ela levava sua vida e conheceu um rapaz. Conversa vai, conversa vem, se enamoraram um do outro e resolveram se casar. Ele não sabia, mas era um príncipe. A moça sabia, e o tratava como tal. Ele também sabia que a moça era uma princesa, e também a tratava com muitas gentilezas...
Bem, o tempo passou. O príncipe deixou-se levar pelo ciúme, pelo egoísmo, e começou a "ensapar" e dar ordens à princesa: "Não vista esta saia, é muito curta!", "Não use batom dessa cor, é muito chamativo!", "Não corte os cabelos assim, eu não gostei!", e muitas outras.
A princesa, aos poucos, foi se esquecendo de sua nobreza e adquirindo um aspecto meio "sapa"... Perdeu sua graça, já havia até se esquecido de seus gostos, pois até o sabor do biscoito que comprava no mercado era o preferido do príncipe-sapo... Deixou de usar as roupas que gostava, deixou de usar o batom preferido, esquecia-se de fazer as unhas pois o príncipe-sapo não gostava de esmaltes, o cabelo foi mudando...
Um dia, porém, a princesa-sapa teve um sonho. Sonhou que tinha uma Fada-madrinha, embora não acreditasse muito nessas coisas... A tal Fada, então, no sonho, disse a ela que não deixasse que o príncipe que havia se tornado sapo a transformasse também em sapa! "Vamos lá, reaja! Arrume-se para você mesma! Corte os cabelos da maneira que gosta! Use as roupas preferidas! Volte a usar batom! Não se esqueça, você é uma princesa, não uma sapa!".
Então a princesa matou a sapa e acordou. Quando o sapo-príncipe chegou do trabalho naquele dia, foi acometido de um espanto tão grande que até emudeceu! Onde tinha ido parar a sapa que ele deixou na cama pela manhã? O que ele encontrou em casa, à tarde, era uma verdadeira princesa! Ele estranhou, mas adorou a ideia. Até se esqueceu das princesinhas que via na rua no caminho do trabalho...
A princesa fez de conta que não era com ela, pois sabia que não era prudente ficar se explicando. Fazia parte do treinamento de se tornar princesa novamente. O sapo achou melhor se cuidar, senão abriria espaço para outros príncipes, e tratou de emagrecer, manter a barba feita e trazer flores uma vez por semana.
Muito rapidamente ele voltou a ser príncipe. E eles nem precisaram de terapia de casal, livros de autoajuda, essas coisas... Perceberam que se não cuidarem de manter acesa a chama do amor e os olhos de príncipe e princesa, os dois vão virando sapos e o casamento vai pro brejo! E o que é pior: leva a felicidade junto!
Boa reflexão!!!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
PRECE DE MADRE TERESA (ADORO!)
MUITAS VEZES AS PESSOAS SÃO EGOCÊNTRICAS, ILÓGICAS E INSENSATAS.
PERDOE-AS ASSIM MESMO.
SE VOCÊ É GENTIL, AS PESSOAS PODEM ACUSÁ-LO DE EGOÍSTA E INTERESSEIRO.
SEJA GENTIL ASSIM MESMO.
SE VOCÊ É UM VENCEDOR, TERÁ ALGUNS FALSOS AMIGOS E ALGUNS INIMIGOS VERDADEIROS.
VENÇA ASSIM MESMO.
O QUE LEVOU ANOS PARA CONSTRUIR, ALGUÉM PODE DESTRUIR DE UMA HORA PARA OUTRA.
CONSTRUA ASSIM MESMO.
SE VOCÊ TEM PAZ, É FELIZ, AS PESSOAS PODEM SENTIR INVEJA.
SEJA FELIZ ASSIM MESMO.
DÊ AO MUNDO O MELHOR DE VOCÊ, MAS ISSO PODE NUNCA SER O BASTANTE.
DÊ O SEU MELHOR ASSIM MESMO.
VEJA VOCÊ QUE, NO FINAL DAS CONTAS, É ENTRE VOCÊ E DEUS, NUNCA ENTRE VOCÊ E AS OUTRAS PESSOAS.
(MADRE TERESA DE CALCUTÁ)
(Imagem retirada de: http://www.rainhadapaz.g12.br/projetos/religiao/projeto_da_paz/imagens/teresa.jpg )
domingo, 31 de janeiro de 2010
Do it!
Tá cansada, senta
Se acredita, tenta
Se tá frio, esquenta
Se tá fora, entra
Se pediu, agüenta
Se pediu, agüenta...
Se sujou, cai fora
Se dá pé, namora
Tá doendo, chora
Tá caindo, escora
Não tá bom, melhora
Não tá bom, melhora...
Se aperta, grite
Se tá chato, agite
Se não tem, credite
Se foi falta, apite
Se não é, imite...
Se é do mato, amanse
Trabalhou, descanse
Se tem festa, dance
Se tá longe, alcance
Use sua chance
Use sua chance...
Se tá puto, quebre
Ta feliz, requebre
Se venceu, celebre
Se tá velho, alquebre
Corra atrás da lebre
Corra atrás da lebre...
Se perdeu, procure
Se é seu, segure
Se tá mal, se cure
Se é verdade, jure
Quer saber, apure
Quer saber, apure...
Se sobrou, congele
Se não vai, cancele
Se é inocente, apele
Escravo, se rebele
Nunca se atropele...
Se escreveu, remeta
Engrossou, se meta
E quer dever, prometa
Prá moldar, derreta
Não se submeta
Não se submeta...
(Letra de Lenine; Imagem retirada de: http://www.portalsuper.com.br/fotos/engracadas/fotos-engracadas-parte-3/ )
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Sobre o esforço e o mérito de cada um
Hoje recebi um e-mail que mostrava imagens chocantes de nativos da Costa Rica recolhendo ovos das tartarugas. Ovos estes que haviam sido postos naquele momento. Quanta crueldade... Com as tartarugas ainda ali, pondo seus ovos, eles vão os recolhendo em sacos e sacos, para vender...
As tartarugas, em sua inocência, acham que estão dando continuidade à espécie...
Quem me conhece sabe o quanto me importo com a questão ambiental. Sou incapaz de jogar um papel de bala no chão, onde quer que eu esteja. Guardo lixo no carro e na bolsa até chegar em casa. Evito o desperdício de água, aproveitando o que a máquina de lavar roupas solta para lavar a garagem. Escovo os dentes e lavo louça usando o mínimo de água que consigo. Tenho uma sacola retornável de lona e trago minhas compras do mercado em caixas de papelão, para evitar o uso de sacolas plásticas. Faço o que consigo (mas não desisto) para que meus alunos compreendam porque não devem jogar lixo no chão, gastar água à toa e separar o lixo reciclável (ah, isso eu faço também!).
Então, quando vejo uma crueldade contra a natureza, nossa Terra-Mãe, fico indignada. Ainda não estou acostumada à ideia de que nem todos são como eu...
Fico imaginando de quê adianta o meu esforço, a minha preocupação, todas as minhas atitudes em favor do meio ambiente, se a maioria das pessoas não se importa... De quê adianta eu não pegar sacolas plásticas no mercado se há pessoas que matam animais por crueldade, se há gente (gente? ser pensante???) que joga lixo em qualquer lugar, que constroi em qualquer lugar, que ateia fogo no mato, enfim, que só age contra o que eu acredito???
Depois, quando a Natureza dá o troco (e ela sempre dá!), quando desbarranca tudo, quando morre gente soterrada, quando tem enchente (chove há 36 dias na grande São Paulo!!!!!!!!), colocam a culpa no governo... Claro que o governo tem sua parcela de culpa, mas eu não penso política, eu penso poesia, penso educação, então não vou entrar nesse assunto, mas ninguém pensa nas consequências quando está amontoando lixo e casebres de restos de qualquer coisa nessa cidade imensa que é São Paulo... Ninguém pensa no que vem depois... Quando acordam, a água suja (que eles mesmos emporcalharam) está levando tudo: "tudo o que a gente levou anos pra conseguir", sofá, geladeira, a vida das crianças... Coitadas das crianças, pagam um preço altíssimo pela ignorância daqueles que deviam guiá-las pelo caminho correto...
Então, acabei de me dar conta, refletindo sobre tudo isso, que vale a pena eu continuar agindo da mesma maneira... Porque tem gente que tem a missão de guiar, e não foi à toa que escolhi ser professora. Vou continuar me preocupando com a natureza e com a preservação, e vou tentar convencer muitas pessoas do quanto isso é importante.
Porque, no final das contas, é entre a gente e Deus, e não entre a gente e os outros (como nos ensinou Madre Tereza de Calcutá)... E Ele sabe que estou fazendo a minha parte!
(Imagem de Greg/ DP sobre foto de Helder Tavares/ DP/ D.A. Press, retirada de
sábado, 16 de janeiro de 2010
Para nós, mamães... papais... e para os que pretendem ser um dia...
Texto de Affonso Romano de Sant'Anna, recebido há anos por e-mail... Texto que eu adoro e com o qual eu concordo plenamente. Meu filho tem apenas três anos, mas tenho sobrinha mais velha (Luísa, minha flor...) e vivo a experiência de ver as crianças crescendo com os meus alunos...
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que as crianças crescem independente de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça! Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros. Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos. Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores. Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que nem sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes". Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade. E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
Aprendemos a ser filhos depois que somos pais. Só aprendemos a ser pais depois que somos avós...
(Imagem retirada de http://comps.fotosearch.com/bigcomps/IGS/IGS532/IS678-009.jpg )
A águia e uma bela lição de amor...
Não sei quem é o autor deste texto. Eu o recebi uma vez de uma coordenadora, como homenagem ao dia do professor, e transcrevo-o agora, com grifos meus.
A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beira do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cotucões.
"Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?", ela pensou.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
"E se justamente agora isto não funcionar?", ela pensou.
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão.
A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não decobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer águia.
O empurrão era o menor presente que ela poderia oferecer-lhes.
Era seu supremo ato de amor.
Então, um a um ela os precipitou para o abismo...
E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel da águia, são elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.
Que tenhamos todos coragem de "empurrar" nossas crianças (filhos, alunos, sobrinhos...) para uma aprendizagem que lhes dê asas!!!
Beijinhos no coração!
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