No meio da tarde
um canto tristonho
corta o silêncio
e atrapalha meu sono...
A cigarra canta
seu grito sem fim
como se já soubesse
que ele dói em mim...
Ah, cigarra,
vá embora...
Deixa-me em paz,
Teu canto me apavora!
Não gosto de cigarras,
confesso: nunca gostei.
Pelo menos agora,
uma homenagem (tola)
a elas eu dei...
Rsrsrsrsrsrs
Rafa!
ResponderExcluirFico muito feliz com as tuas visitas e comentários. Obrigada! Virei sempre aqui também. A blogosfera pode ser algo muito gostoso e cheio de amigos queridos. Depende da gente!
Ah... tenho peninha da cigarra quando ela canta...
Bjkas!
Que poema mais fofo!
ResponderExcluirMas por que(?) não gostar das pobres cigarras que ficam submersas por até 30 anos embaixo da terra e depois sobem para cantar até a morte... isso é crueldade!
Amigas do blog... Eu estava saindo pela porta da sala da minha casa quando ouvi esse barulho estridente da cigarra muito perto... Prestei atenção, apurei olhar e ouvidos e achei! Ela estava ali, na minha frente, no tronco da árvore... Não era das maiores, mas seu barulho era muito alto. Eu nunca gostei de cigarras, sinto arrepios, o barulho delas (aos montes) é muito chato no final das tardes aqui em casa, no verão...
ResponderExcluirEntão, comecei a pensar... Sabem como é pensamento de poeta, não descansa... na hora voltei pro computador e escrevi isso... Achei até engraçado depois que terminei! Beijocas!!!