Este blog traz um pouco de tudo o que se passa em meus pensamentos... Família, amigos, meio-ambiente, educação, sentimentos, letras de músicas, poemas, desabafos, enfim, pensamentos meus...
Palavras que não saem do meu pensamento...
"Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
(Re) Encantamento. Ou não.
Participei hoje do primeiro dia do Congresso Internacional sobre Formação de Professores - (Re) Encantamento da Escola, Admiração, Confiança e Prazer na Aprendizagem.
Preciso dizer que termieni meu dia muito feliz, por vários motivos.
O primeiro deles foi porque reencontrei muitas pessoas queridas, que há tempos não via. Saudades!
O segundo foi porque em dias como este, nós entramos em contato com pessoas que, assim como nós, amam o que fazem. Tivemos a honra de ouvir seres humanos maravilhosos como Celso Antunes, Tereza Penna Firme, Nilbo Nogueira, Emília Cipriano e Max Haetinger. Maravilhosos como profissionais, grandes em sua sabedoria, que nos transmitem, além de conhecimento, energia positiva, e que transbordam amor por aquilo que fazem.
Por diversas vezes rimos com eles. Por diversas vezes nos emocionamos e choramos. Nos divertimos, cantamos, daçamos, aprendemos, refletimos. Que dia gostoso! Como pode um dia de Congresso, num pavilhão do Parque da Uva de Jundiaí, com um calor "daqueles", ser gostoso?
Nós amamos o que fazemos, e isto basta. Precisamos de momentos como este para reacender a chama, recarregar a bateria, reencantarmo-nos.
Reencantarmo-nos principalmente por esta tarefa difícil, porém fantástica, de educar. Por diversos momentos, neste maravilhoso dia, senti-me como uma criança que senta-se no chão, "perninhas de índio", boquiaberta, e fica olhando fixa o professor, prestando atenção naquela história que ele conta. Identificando-me a todo momento com a princesa do conto de fadas.
Os professores que tivemos hoje são dignos de respeito e de muitos aplausos, principalmente por terem a capacidade (fenomenal, eu diria) de dizer tanto com tão poucas palavras.
Há, claro, quem não gostou. Sempre há. A estes profissionais que não se interessam, que (des)aproveitam dias como este para fofocar, que "chegam já indo embora", como nos falou Emília Cipriano, que não sentem vontade de aperfeiçoar sua prática e, principalmente, que não acreditam que podem melhorar o que fazem, damos o nome de "professauros". Não tem nada a ver com idade, tem a ver com valores, compromisso.
Teria ainda tanto a escrever sobre coisas que aprendi, mas tenho medo de distorcer ou misturar as coisas, dada a minha euforia.
Para terminar, queria dizer que já me sinto diferente, com ideias borbulhando em minha mente, e que eu peço a Deus que não me deixe perder o ânimo, que eu seja capaz de ainda reencantar-me muitas vezes por esta profissão. Porque eu acredito que ser professor hoje é ter um compromisso com o futuro da humanidade e do Planeta, acima de tudo.
Obrigada, Senhor, por eu me identificar com estas almas iluminadas, e não com os "professauros"!
(Na foto, eu com Max Haetinger)
domingo, 4 de outubro de 2009
Filmes e desenhos animados
Hoje recebi em minha casa um casal de amigos, Renata e Ricardo, cujo filho acaba de completar um ano. O Mateus estava brincando com o Ricardo e quis mostrar a ele os carrinhos do McQueen e amigos, que ele ganhou junto com um par de chinelos.
O Ricardo não conhecia o McQueen... O Mateus falou: "O McQueen, do filme...", tentando explicar como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. E pra ele é.
Eu, brincando, comentei: "Como assim, você não sabe quem é o McQueen?", ao que ele me respondeu: "Ainda não". Nós rimos e eu segui:
"Pois é, daqui a pouco você vai não só saber quem é o McQueen, como saber todas as falas dele e conhecer todos os roncos do motor dele no filme..."
De fato, as crianças que gostam de assistir aos filmes infantis, que hoje têm muito a ensinar aos nossos pequenos, passam por fases, nas quais ficam "viciadas" em um determinado desenho. O Mateus já teve várias... A do "Carros", a do "Nemo", a do "Monstros S.A.", a dos "Incríveis", a do "Lilo & Stitch", dentre muitos outros desenhos, sem falar nos musicais (Xuxa, Patati Patatá, Cocoricó...).
Quando o Mateus nasceu, uma amiga me falou pra não deixá-lo na frente da TV, que não é bom, que o bom mesmo é se exercitar, aquelas coisas de vida saudável e estimulação que a gente escuta falar sempre. Pra falar a verdade, eu concordava com ela, até ter que tive voltar a trabalhar e ver o tempo escapar pelas minhas mãos, com tanto a fazer... Quem foi que me ajudou? A TV!!! O Mateus assistia a desenhos educativos, claro, além de musicais. Os desenhos da TV Cultura são ótimos, ensinam desde cores até inglês (você já assistiu a "Dora, a aventureira"?). Fora isso, também ajudam no desenvolvimento da linguagem e percepção visual (você conhece os DVDs do Baby Einstein?)
Claro que o que eu escrevo aqui são conclusões de mãe, nada científico. Rsrsrsrs Cada um tem que avaliar o que é melhor para si. Para mim, sozinha no apartamento com um bebê de cinco meses e um monte de serviço pra fazer, foi bom. Mas desenvolveu no meu filho mais do que distração... Rsrsrsrs Um dia brinquei que ele tinha uma babá ótima, a Xuxa, na televisão... Aprendia cores, números, ritmo... Quando ele começou a falar, já saiu cantando as músicas que ouvia desde cedo. Ele só precisava aprender a falar para poder cantá-las.
Hoje o Mateus é um garoto muito esperto. Na reunião da escolinha, a professora me falou que tudo o que eles vão aprender, o Mateus associa a alguma música que ele conhece. Graças a Deus, só recebo elogios a respeito dele...
Bem, é claro que a gente também valoriza a atividade física e a boa alimentação. Cada coisa a seu tempo... Na hora de comer, comer. Na hora de brincar, brincar, jogar bola, andar de bicicleta e até mesmo caminhar. Na hora de acalmar, desenho.
Não tenham medo da televisão. Como tudo na vida, é só usá-la com moderação! Escolher bem desenhos e programas. E ao Ricardo, um recado: calma, logo, logo você vai conhecer todos esses personagens fantásticos também, e se divertir muito com eles! Hahaha...
A tempo: "Carros" e "Monstros S.A." são meus filmes preferidos!!!
O Ricardo não conhecia o McQueen... O Mateus falou: "O McQueen, do filme...", tentando explicar como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. E pra ele é.
Eu, brincando, comentei: "Como assim, você não sabe quem é o McQueen?", ao que ele me respondeu: "Ainda não". Nós rimos e eu segui:
"Pois é, daqui a pouco você vai não só saber quem é o McQueen, como saber todas as falas dele e conhecer todos os roncos do motor dele no filme..."
De fato, as crianças que gostam de assistir aos filmes infantis, que hoje têm muito a ensinar aos nossos pequenos, passam por fases, nas quais ficam "viciadas" em um determinado desenho. O Mateus já teve várias... A do "Carros", a do "Nemo", a do "Monstros S.A.", a dos "Incríveis", a do "Lilo & Stitch", dentre muitos outros desenhos, sem falar nos musicais (Xuxa, Patati Patatá, Cocoricó...).
Quando o Mateus nasceu, uma amiga me falou pra não deixá-lo na frente da TV, que não é bom, que o bom mesmo é se exercitar, aquelas coisas de vida saudável e estimulação que a gente escuta falar sempre. Pra falar a verdade, eu concordava com ela, até ter que tive voltar a trabalhar e ver o tempo escapar pelas minhas mãos, com tanto a fazer... Quem foi que me ajudou? A TV!!! O Mateus assistia a desenhos educativos, claro, além de musicais. Os desenhos da TV Cultura são ótimos, ensinam desde cores até inglês (você já assistiu a "Dora, a aventureira"?). Fora isso, também ajudam no desenvolvimento da linguagem e percepção visual (você conhece os DVDs do Baby Einstein?)
Claro que o que eu escrevo aqui são conclusões de mãe, nada científico. Rsrsrsrs Cada um tem que avaliar o que é melhor para si. Para mim, sozinha no apartamento com um bebê de cinco meses e um monte de serviço pra fazer, foi bom. Mas desenvolveu no meu filho mais do que distração... Rsrsrsrs Um dia brinquei que ele tinha uma babá ótima, a Xuxa, na televisão... Aprendia cores, números, ritmo... Quando ele começou a falar, já saiu cantando as músicas que ouvia desde cedo. Ele só precisava aprender a falar para poder cantá-las.
Hoje o Mateus é um garoto muito esperto. Na reunião da escolinha, a professora me falou que tudo o que eles vão aprender, o Mateus associa a alguma música que ele conhece. Graças a Deus, só recebo elogios a respeito dele...
Bem, é claro que a gente também valoriza a atividade física e a boa alimentação. Cada coisa a seu tempo... Na hora de comer, comer. Na hora de brincar, brincar, jogar bola, andar de bicicleta e até mesmo caminhar. Na hora de acalmar, desenho.
Não tenham medo da televisão. Como tudo na vida, é só usá-la com moderação! Escolher bem desenhos e programas. E ao Ricardo, um recado: calma, logo, logo você vai conhecer todos esses personagens fantásticos também, e se divertir muito com eles! Hahaha...
A tempo: "Carros" e "Monstros S.A." são meus filmes preferidos!!!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Paciência...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
A vida não para...
Enquanto o tempo acelera e pede pressa,
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa,
A vida não para...
Enquanto todo mundo espera a cura do mal,
e a loucura finge que isso tudo é normal,
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando cada vez mais veloz,
A gente espera do mundo,
O mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara... tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
Eu sei, a vida não para...
A vida não para, não...
(Lenine - Paciência)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mãe desnecessária
O texto a seguir foi publicado na Revista Cláudia de Maio de 2008. Palavras da diretora de redação, Marcia Neder. Grifos meus.
"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar voos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha interna hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser 'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical, como bem resumiu a psicóloga e educadora Lidia Aratangy no artigo 'Maternidade, liberdade, solidariedade', uma das reportagens do especial 'Mãe-maravilha', desta edição. A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser 'desnecessários', nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar."
É isso aí... Aqui fica a dica e a reflexão... Na foto, meu pequeno fazendo arte. Situação para a qual eu sei que sou desnecessária... Rsrsrsrsrs... Super beijo!
"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar voos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha interna hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser 'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical, como bem resumiu a psicóloga e educadora Lidia Aratangy no artigo 'Maternidade, liberdade, solidariedade', uma das reportagens do especial 'Mãe-maravilha', desta edição. A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser 'desnecessários', nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar."
É isso aí... Aqui fica a dica e a reflexão... Na foto, meu pequeno fazendo arte. Situação para a qual eu sei que sou desnecessária... Rsrsrsrsrs... Super beijo!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Como parar o tempo?
De todas as minhas incapacidades, a que mais me dói, a que mais me frustra é a de não poder parar o tempo...
Não poder congelar sua imagem assim, inocente, feliz, satisfeita...
Suas risadas, as palavras faladas erradas, os passos rápidos pela casa, como quem não pode perder tempo. O carinho de suas mãos afagando meus cabelos, seu sorriso ao nos ver chegar.
Ah, meu filho, você não imagina como eu queria ser onipresente, ver tudo o que você faz. Não para te vigiar, mas para me encher de você, de sua inteligência, de seu carisma, de sua alegria!
Você está crescendo, e como diz minha amiga Denise, "filhos criam asas e raízes"...
Que suas asas tenham uma envergadura enorme, para que você seja capaz de alçar belos e grandiosos voos... Mas que suas raízes sejam também muito profundas, que você sempre se lembre de casa, dos seus pais e das pessoas que tanto te amam...
Você é especial, e todas as palavras do mundo não podem descrever o tamanho do amor que sinto por você!!!
Vai, meu filho, vai crescer... O mundo te espera de braços abertos...
Declaração de amor...
Meu pequeno é a coisa mais linda do mundo...
Dormindo com os pés "pelados" para fora do lençol, me faz desejar ficar ali, olhando... e beijar, beijar, beijar... Adoro seus pezinhos, suas mãos pequenas, macias e ágeis (como são!), o desenho de seu rosto, seu cabelinho de milho.
Deus o fez perfeito, e como Lhe sou grata por isso! Por causa dele eu quero me fazer melhor, quero ser uma pessoa melhor. Porque ele existe na minha vida, eu me arrependo de coisas que faço, eu peço perdão a Deus, eu tento me corrigir. E isso não é fácil.
Meu filho, meu "Pequeno Príncipe", você é o que há de melhor em mim, você é meu espelho, minha metade... E eu te amo muito!
Com certeza, o mundo é um lugar melhor pelo simples fato de você existir perto de mim...
Dormindo com os pés "pelados" para fora do lençol, me faz desejar ficar ali, olhando... e beijar, beijar, beijar... Adoro seus pezinhos, suas mãos pequenas, macias e ágeis (como são!), o desenho de seu rosto, seu cabelinho de milho.
Deus o fez perfeito, e como Lhe sou grata por isso! Por causa dele eu quero me fazer melhor, quero ser uma pessoa melhor. Porque ele existe na minha vida, eu me arrependo de coisas que faço, eu peço perdão a Deus, eu tento me corrigir. E isso não é fácil.
Meu filho, meu "Pequeno Príncipe", você é o que há de melhor em mim, você é meu espelho, minha metade... E eu te amo muito!
Com certeza, o mundo é um lugar melhor pelo simples fato de você existir perto de mim...
sábado, 5 de setembro de 2009
Outro sentido...
Viver a maternidade é uma experiência única, que não pode ser explicada... Só pode ser sentida... Meu filho Mateus é a melhor parte do que há em mim, e é dele que vem minha inspiração...

Quando o amor nasce dentro da gente,
Assim, num instante, de repente,
Tudo muda de intenção...
E então,
Até mesmo bolhas de sabão
Subindo pra imensidão
Parecem ter outro sentido...
Borboleta vermelha na flor,
Passeio pelo quintal,
Tudo com você tem outra cor...
Tudo pra você é primeiro,
Troco até de travesseiro.
E você se aconchega e dorme,
Sentindo o meu mãe-cheiro.
Quando o amor nasce dentro da gente,
Assim, num instante, de repente,
Tudo muda de intenção...
E então,
Até mesmo bolhas de sabão
Subindo pra imensidão
Parecem ter outro sentido...
Borboleta vermelha na flor,
Passeio pelo quintal,
Tudo com você tem outra cor...
Tudo pra você é primeiro,
Troco até de travesseiro.
E você se aconchega e dorme,
Sentindo o meu mãe-cheiro.
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